sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Critica a Filosofia




Ai, a bela vida
De nada vale em vão caminha.
Hó, que triste morte
Talvez a vida d’alma minha.

Onde esta, tão querida felicidade?
Ao meu lado como penso?
Ou nem ao menos na eternidade?

Penso no choro, na alegria
Penso na vida, nessa agonia.
Desisto do Eu, conforme entendo
Que tudo no mundo é,
Não sendo.

O que ganho ficando assim
Pensando em tudo como sendo poquin?
Reclamo da vida,
Mas diante da morte
Pedirei pra viver
Sem nunca ter fim!

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