Estranha-me ver-te ao norte.
Rumas-te sem rumo à sorte
Deixando delírios da noite
Entregues aos luxos da morte
Regresse ao porto do mar
Onde por puro azar
Jogo pedras no rio
Na esperança de ti retornar.
No meu coração, o desejo de te amar
E no meu imenso oceano,
Um barquinho que não sabe nadar.
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
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